Ao nascer do Sol – Capitulo III – Um novo imperador

Capitulo III: Um novo Imperador O Imperador ficou em depressão profunda durante um mês, o reino estava e degradando, pois o Imperador não se preocupava mais com o terceiro continente, não se preocupava mais com nada, a dor da perda de sua amada torturava sua mente. E para piorar a situação o Profeta havia sumido! Não estava ali quando realmente se precisava dele. Mas com o tempo a depressão virou ódio. Ódio pelo povo! Ele então se tornou o Imperador mais cruel e louco que o Terceiro Continente já havia visto, não havia mais piedade, cometeu um crime, ou prisão perpetua ou pena de morte. A loucura tomou conta de sua mente, e com tempo só piorou a situação, agora a decadência do Terceiro Continente é inevitável. Dez anos após a morte de sua amada, o Imperador foi até uma prisão de uma vila para fazer uma “inspeção”, a vila nem nome tinha, era um lugar formado basicamente de pequenos agricultores, que baseavam-se numa cultura de subsistência. Ao entrar na prisão, encontrou o delegado, que lhe perguntou o seguinte: _ Vossa majestade poderia me conceder um pouco do seu precioso tempo, para me esclarecer uma dúvida? Alessandro olhou para o delegado e lhe respondeu: _ É melhor que seja algo realmente importante. Pois meu tempo é valioso e puder custar caro desperdiçá-lo com você _ Certamente que é. Trata-se da vida de homem. _ Pois para mim pouco importa a vida de qualquer outro homem. _ Tudo bem respeito sua opinião vossa majestade. _ Você fala como se tivesse outra opção. _ Vamos direto ao assunto. Aquele homem ali. – e mostrou um homem que estava olhando pela janela da cela da prisão e conversando com um garoto que aparentava ter uns nove anos – foi pego roubando verduras de uma horta. De acordo com a lei ele deveria ter uma das mãos cortadas, mas ele apenas roubou porque tinha de alimentar a esposa e o filho. Alessandro ficou olhando aquele homem e disse friamente: _ Pois então eu tenho uma solução, se ele roubou por que tinha alimentar esposa e filho… Matem a mulher e a criança. _ O quê? Eu não poderia matar uma mulher e uma criança.- falou o delegado completamente abalado com o que o Imperador falou. _ Então meu caro delegado, mate o prisioneiro, pois tenho a impressão de que ele tornará a roubar mesmo que com apenas uma mão. – disse friamente e continuou: Ou mata o prisioneiro ou mando matarem você. O delegado assustado com toda aquela crueldade ordenou: _ Preparem a guilhotina, o prisioneiro será executado imediatamente. _ E na hora da execução quero que toda a cidade e inclua a esposa e o filho do prisioneiro, vejam a execução, quero que aprendam o que acontece com quem desrespeita minhas leis. – complementou o Imperador. O Imperador Alessandro sempre foi imponente, sua figura exala respeito e honra tanto aos amigos quantos aos inimigos, mas agora era cruel, implacável, sádico, e espalhava terror e medo por onde passava. Mas até então ninguém tinha visto maior exemplo de crueldade. Eram quase meio-dia e toda as pessoas daquele vilarejo estavam na praça central para ver a execução de um simples ladrão, eles não queriam ver, mas tinham de ir para não acabar como aquele pobre coitado que daqui a alguns instantes iria perder a cabeça. A guilhotina estava preparada, o carrasco e o clérigo estavam sentados em um banco, o condenado já estava em seu lugar, a esposa estava a gritar enquanto seu filho olhava para seu pai sem entender porquê ele estava naquela posição, só faltava uma pessoa para completar aquela cena, mas esta pessoa já estava chegando com sua comitiva real. O Imperador olha aquelas pessoas medíocres e fala consigo mesmo: _ Bando de insetos. Perdi a pessoa que eu mais amava na minha vida, por causa de vocês e nem consigo mais encontrar aquele elfo desgraçado. Todos neste mundo irão compartilhar de minha dor. Depois daquele momento de amargura, ordenou: _ Vamos logo com isso! Que o espetáculo comece! Que isso sirva de lição para todos aqui presentes. O clérigo aproxima-se do coitado e fala alguma coisa em outra língua e fala em idioma comum para o condenado: _ Que os deuses o perdoem, porque infelizmente para todos nós… O Imperador não perdoa. O carrasco normalmente uma sinistra figura encapuzada, agora parecia até sentir pena daquele garotinho que olhava para o pai na guilhotina. Mas de repente algo inesperado aconteceu, o garotinho foi correndo até o Imperador e disse: _ Por favor, senhor tire o meu pai daquela coisa, ele pode se machucar. O Imperador também fez algo inesperado. Deu uma bofetada com as costas da mão e seu o diamante pontudo do seu anel fez um enorme arranhão na face do garotinho que correu para os braços da mãe, sangrando, antes que apanhasse mais. Logo depois do incidente, o Imperador com um tom impaciente ordenou: _ Carrasco! Pode cortar a cabeça do condenado. O carrasco segurou na alavanca que soltava a lâmina e puxou-a para trás e a lâmina desceu separando corpo e cabeça. E a esposa e filho vendo aquela cena repugnante. As pessoas que estavam assistindo à execução ficaram indignadas tanto com a execução quanto com o tapa que o garoto havia levado e, não se sabe quem, jogou uma pedra no Imperador, mas aquela pedra representava não o desejo de um, mas de todos, e assim começou uma revolta. O Imperador teve tempo para fugir, graças a seus guardas que são treinados para morrer por seu Imperador, embora os soldados não achem que valha a pena morrer por um imperador como aquele, mas são apenas submissos a aquele ser cruel. Agora aquela vila que antes nem tinha nome, se chamava “Vila da Revolta”. Por:  (Imperador Agellus Orochi Colossus Regis Mach V) “Mande sua opinião, dela depende nosso blog” “Porque o metal é o poder” – Professor Guilherme Girão

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